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coleta seletiva em alguns países desenvolvidos é um
processo natural, no entanto o Brasil, mesmo quando comparado a alguns
desses países, apresenta consideráveis índices
de reciclagem.
O país que tem a coleta seletiva como forma de geração
de emprego criou procedimentos próprios para desenvolver
essa atividade que a cada dia adquiri mais adeptos.
Os países desenvolvidos apresentam diferentes formas para
a coleta seletiva. Nos EUA, por exemplo, existem recipientes para
que cada membro da população deposite o material
em lugar apropriado e o hábito de separar o lixo faz parte
do cotidiano do país.
Na Suíça, existe uma empresa que iniciou estudos
com lixo orgânico há 20 anos, que até 2008
possuía dez fábricas em funcionamento; cinco na maior
cidade do país, Zurique. As empresas recebem o material
orgânico proveniente de comunidades municipais, hotéis,
supermercados e lanchonetes e produzem novos produtos, evitando
o depósito em aterros.
Diversos países da Europa, bem como EUA e Japão
realizam a reciclagem energética que consiste na recuperação
da energia dos plásticos por meio de processos térmicos,
reaproveitando a energia dos materiais.
São utilizados equipamentos da mais alta tecnologia, em
que a emissão é controlada e segura, anulando riscos à saúde
ou ao meio ambiente. Essa ação reduz o uso de combustíveis,
o que gera uma economia dos recursos naturais.
Analisando que uma pessoa produz, em média, 1,5 kg de resíduos
por dia, é necessário tomar consciência que
temos de ser responsáveis por esse acúmulo.
Portanto, reciclar não é só por uma causa
justa e humanitária ou mesmo social, e sim uma obrigação
de cada ser que faz parte desse planeta.
Existem inúmeras cooperativas de coleta seletiva pelas
cidades do Brasil. A atitude é provocar a mudança
de hábito para a preservação do planeta, do
qual somos parte integral. Começando com a redução,
que é o primeiro passo antes mesmo de reciclar. |