| Neste
mês de Setembro/09 presenciamos uma forte chuva em São
Paulo provocando enchentes em vários bairros, com enorme perda
material e de vidas.
Infelizmente isso vem ocorrendo ano-a-ano, é claro que
as chuvas que caíram num único dia seria o correspondente
a 80% de um mês, porém algumas ações
podem ser feitas para evitar que o transtorno e perdas decorrentes
destas sejam de menor impacto.
Então de quem é a responsabilidade?
Como dito em nossos outros informativos deste portal a sociedade
tem sua responsabilidade; despejos de lixo pelas ruas, construções
clandestinas nas encostas de morros, lixo ensacado jogado ao chão
ou meramente jogado pelas ruas, entre outros, é de responsabilidade
dos cidadãos.
Esses dejetos são sugados pelas “bocas-de-lobo” prejudicando
a vazão das águas e muitas vezes provocando o seu
entupimento.
Infelizmente, é claro em menores proporções, é verificado
esse descaso até em centros nobres, onde cidadãos “mais
esclarecidos” não respeitam o meio ambiente, descartando
o lixo, ou de forma incorreta (lixo ensacados e jogados ao chão)
ou meramente jogados pelas ruas.
O governo também tem sua parte, com a construção
de “piscinões” em áreas onde se concentram
maior alagamento, em alguns bairros de São Paulo as enchentes
foram solucionadas ou minimizadas drasticamente as enchentes com
esses “piscinões”.
Ações de esclarecimento, junto às áreas
carentes, do descarte correto do lixo, fiscalização
junto as encostas de morros de obras clandestinas, rebaixamento
de calhas dos rios e córregos, entre outros cabem a eles.
Ações conjuntas, sociedade e governo são
fundamentais para minimizar as enormes perdas ocasionadas pelas
fortes chuvas. É triste vermos nos jornais centenas de pessoas
que perdem tudo e até vida de seus entes queridos por descaso,
algumas vezes, deles próprios ou por falta de ações
governamentais.
Algumas ações:
- Acondicionar o lixo em sacos plásticos (restos alimentares)
e coloca-los na rua numa altura de no mínimo a 1 metro do
solo.
- Reciclar o lixo – separar garrafas, plásticos,
papéis e restos alimentares.
- Construção de piscinões em áreas
críticas.
- Rebaixamento de rios e córregos.
- Não jogar nas vias públicas papéis, entulhos
de obras, ou quaisquer objetos.
- Instalação de cestos de lixos nas calçadas.
- Fiscalização de construções ilegais
junto aos morros ou sua proximidade |