Esgotos em São Paulo – formação e tratamento

esgoto_2-300x221Após a utilização da água, seja no banho, na limpeza de roupas, de louças ou na descarga do vaso sanitário, é que se inicia a formação de esgoto. Dependendo do uso, existem distintas denominações. Os resíduos provenientes das residências formam os esgotos domésticos, os resultantes das águas da chuva são denominados esgotos pluviais e aqueles formados no processo de fábricas recebem o nome de esgotos industriais.

Esta diferenciação é importante, porque para cada tipo ocorre formação de substâncias diferentes e necessidades de sistemas específicos para afastar e tratar os resíduos.

Geralmente o esgoto não tratado contém numerosos agentes patogênicos, microorganismos, resíduos tóxicos e nutrientes que provocam o crescimento de outros tipos de bactérias, vírus ou fungos presentes em menor número.

Por esta razão, os sistemas de coleta e tratamento de esgotos são importantes para a saúde pública, porque evitam riscos de contaminação e transmissão de doenças. E também ao meio ambiente, no que se refere ao controle da poluição das águas.

Como funciona a coleta de esgotos

Nos imóveis residenciais, comerciais ou nas indústrias existem ligações com diâmetro pequeno que formam as redes coletoras. Tais redes são conectadas aos coletores-tronco (tubulações instaladas ao lado dos córregos) e que recebem os esgotos de diversas redes.

Dos coletores-tronco os esgotos vão para os interceptores, que são tubulações maiores, normalmente assentadas ao lado dos rios. Daí o destino será uma Estação de Tratamento, que tem a missão de devolver a água, em boas condições, ao meio ambiente ou destiná-la ao reuso para finalidades não potáveis.

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